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SIM, SENHOR! BALLET É COISA DE HOMEM TAMBÉM!

Ballet Boys


Aqui no Brasil, a ausência de homens em aulas de ballet, em pleno o século que estamos, diz respeito a um preconceito que faz tal atividade ser praticada apenas por garotas.

Várias pesquisas revelam que, em outros países, diversas escolas mantém turmas apenas de homens, algo totalmente diferente daqui.

O número de rapazes em escolas e/ou que fazem aula de ballet em nosso país é mínimo, podendo ser contados nos dedos. Essa minoria que participa, além de encarar uma maratona de treinos, ainda tem que lidar com o preconceito imposto pela sociedade.

Quem nunca ouviu alguém dizer que: ballet é “coisa de menina” ou ainda “menino bailarino? só pode ser viado!”

O que a maioria das pessoas não sabem é que os homens foram os principais responsáveis pela criação do Ballet. Desde quando o estilo surgiu, lá em 1400 (MIL E QUATROCENTOS), inicialmente, somente homens podiam dançar ballet. As mulheres foram incluídas no estilo por volta de 1681 (MIL SEISCENTOS E OITENTA E UM), ou seja, 281 (DUZENTOS E OITENTA E UM) anos depois.


Leitores, gostaria de saber desde quando a dança define a sexualidade de alguém? 

Foto: Omar Rubles - Nova York
Dancer: Javier Cacheiro - Foto: Carlos Quezada
CUBA
Quando um rapaz se interessa pelo ballet, não quer dizer que ele tenha problemas em definir a sua sexualidade. Significa que ele tem uma sensibilidade muito desenvolvida e uma grande capacidade para apreciação estética, funções que geralmente são mais apuradas nas meninas, mas que não impedem um homem de visualizar.

Mas essa luta para amenizar esse preconceito, acontece não é de hoje! Campanhas já foram realizadas, filmes já foram lançados, porém, as pessoas insistem em discriminar quem pratica tal estilo. Como exemplo de superação, nos anos 2000 foi lançando o filme "Billy Elliot", que conta a história de um garoto inglês de 11 anos, que enfrenta a repressão de seus pais diante de sua paixão pela dança. Com toda a insistência e dedicação, o garoto vence todos os obstáculos e se torna um brilhante bailarino.

Gostaria de dizer para vocês que, além de bailarinas, temos também bailarinos incríveis! Então, amigos, façam-me um favor: vamos parar com esse preconceito, please! Não apenas no ballet, mas qualquer tipo de preconceito que envolva a dança, pois não há fundamento, não há cabimento, não tem porque existir. Quando dançamos, é por amor, paixão, felicidade, sentimento e o principal, dedicação. Qualquer um que sentir isso tem o direito de dançar.


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Com CULTURA, Ruan Morais!

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