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#PARTE 2 - ENTREVISTA COM TIAGO MONTALTI, BAILARINO E COREÓGRAFO DO MC KEVINHO



Ei, gente! Como estão? Nós do Blogando Cultura estamos ótimos!

No post de hoje vocês vão conferir a segunda parte da entrevista com Tiago Montalti, bailarino e coreógrafo do Mc Kevinho.

Se você ainda não viu a primeira parte da entrevista, pode clicar AQUI que será direcionado rapidinho hehe.

Enfim, vamos lá!

Legenda: BC= Blogando Cultura
TM= Tiago Montalti

BC: Como você está lidando com o assédio dos fãs, já que a cada dia que passa você fica mais notório?

TM: Eu gosto muito desse carinho dos fãs que está começando agora. É uma forma bem legal, pois são eles que fazem tudo acontecer, através dos retornos que tem nos vídeos. Sem eles, não somos nada! Sempre que eu tenho um tempo, eu tento responde-los. Não consigo responder todo mundo, né? Estou trabalhando bastante agora, mas sempre que dá, dou o meu máximo para poder retribuir o carinho que eles merecem, pois como disse, sem eles, nós artistas não somos nada. Sempre dou um carinho, um abraço, mando uma mensagem, faço alguma coisa, certo?

BC: Tem alguma coreografia que te deixa surpreso, que mostra que você é capaz de muito mais e vibes e tals?

TM: Então, tem uma coreografia que montei no ano passado, em 2016, que é da música do FLUME, chamada “Never Be Like You”. Essa coreografia é muito importante pra mim, pelo fato de eu conseguir mostrar realmente a minha dança e expressar o estilo que eu pratico. Gosto muito de música brasileira, mas também gosto muito de música sentimental. Nessa coreografia que montei, eu tive uma transição muito grande corporalmente. Meu corpo melhorou dançando e eu estava fazendo várias aulas diferentes, principalmente porque me mudei para São Paulo. Daquela coreografia pra frente, minha dança mudou muito.




BC: Esse estilo de coreografia que mistura Funk com Hip Hop é algo diferente e não era tão comum. Tem algum nome definido para este estilo?

TM: Eu conheci essa mistura quando acompanhava um amigo meu, chamado Patrick, dançarino da Anitta, que colocava outras influências de dança no meio do funk. Isso foi por volta de 2009, 2010, época que eu ainda nem tinha muito interesse em montar coreografias em músicas brasileiras. Em seguida, quando me mudei para São Paulo, outro amigo meu chamado Bruno Woopz, fez o mesmo, e eu achei muito interessante. A partir de então, comecei a montar e juntar o hip hop com o funk, que fez uma diferença incrível. Ainda não sei definir o nome do estilo, mas creio que as pessoas estão vendo o jeito que eu quero transparecer para elas, que é uma coisa diferente.




BC: Qual o seu estilo preferido?

TM: Meu estilo preferido é o Hip Hop, né? Mas eu gosto de outros tipos de dança, gosto de fazer aulas, mas o que eu gosto mais e trabalho mais como estilo é o Hip Hop.

BC: Quais são os seus projetos para o futuro?
TM: Ministrar Workshop pelo mundo todo! Já comecei no Brasil, estou indo para vários locais, que era meu primeiro objetivo, além de também trabalhar com artistas de ótima qualidade, que foi o Biel e agora o Kevinho, dois artistas que eu admiro muito e que são tops dos tops, tanto cantando, quanto na carreira e como pessoa. Então esses eram os objetivos principais no início da minha carreira. Agora tem os objetivos além, que são as aulas internacionais, rodar o mundo fazendo isso. Tem também o meu canal, que quero conseguir milhões de exibições e tornar o maior canal de dança no Brasil, que tenha muito hip hop. Quero que as danças urbanas cresçam muito neste meio da internet aqui no Brasil, que ainda é muito fraco. Nos Estados Unidos tem muita gente que é conhecida, pelo Hip Hop e não apenas pela Zumba ou Ritmos. No Brasil, temos mais força em outros estilos de dança e eu quero trazer o nome do hip hop mais pra cima. Por fim, quero trabalhar com artistas internacionais, como por exemplo, Justin Bieber, Rihanna, Beyoncé, Cris Brown, para ter um corrico o internacional como coreografo e dançarino.

BC: UMA FRASE QUE TE DEFINA?

TM: “O esforço supera talentos” – A gente vê agora, dançando, que temos o ritmo, a musicalidade, o movimento, mas não vemos o processo para chegarmos até aqui. Então eu sempre fui muito esforçado, ainda sou, e acho que isso supera qualquer barreira.

Então foi isso, galera! O que vocês acharam da entrevista? É uma história maravilhosa, né? Isso só reforça que não devemos desistir dos nossos sonhos, pois quem acredita, sempre alcança.

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Com CULTURA, Ruan Morais!